Informe: Processo Dissídio Coletivo de 89

INFORME SOBRE O PROCESSO Nº 0112200-87.1990.5.01.0020 DISSIDIO COLETIVO

Caros colegas,

Entendi que, decorrido pouco mais de um ano de meu mandato à frente da ASPHAN, fazia-se necessário um resumo das atividades desenvolvidas nesse período para elucidar aos colegas sobre as tratativas envolvendo as questões mais relevantes. Estou concluindo este documento, aguardando somente a obtenção de alguns dados para sua finalização. Contudo, tal como feito em relação ao Plano de Saúde, as informações relativas ao Dissídio Coletivo mereciam um informe em separado, bem como um histórico de seu desenrolar nos últimos anos. Continuar lendo…

Novos convênios: auxilie-nos nesta empreitada!

Caro(a) associado(a),

Você também pode participar da consolidação de convênios através da Asphan. Sempre que vislumbrar uma oportunidade de assinatura de convênios com farmácias, lojas, escolas de idiomas, restaurantes, prestadores de serviços em geral e outros, contate a Asphan e faça a ponte entre ela e a empresa em questão. Auxilie-nos a conseguir descontos especiais para os servidores associados. Continuar lendo…

Plano de saúde: Carta a Marcos José S. Rego

Leia abaixo a íntegra da carta escrita pelo presidente da Asphan Leonardo Barreto ao diretor do Departamento de Planejamento e Administração (DPA), do Ministério da Cultura, Marcos José Silva Rego. O documento trata da licitação dos planos de saúde dos servidores do Iphan, referenciando especialmente o ofício nº12/2016, de 21 de janeiro de 2016. Continuar lendo…

Carta ao Sr. Ministro de Estado da Cultura João Luiz Silva Ferreira

Esperei que se transcorressem alguns dias após as manifestações de V. Sa., realizadas na sede do Iphan em Brasília e transmitidas em tempo real pela internet. Esta demora se justifica em função de não ser a intenção estabelecer um debate passional, tendo em vista que o Sr. ministro, no primeiro dia, demonstrou bastante irritação com o presidente da Asphan. Considerando isto, venho ponderar que, como entendo que as questões importantes com que se deparam os servidores da cultura, e aqui em especial os servidores do Iphan, não devem ser tratadas neste diapasão, até porque temos sólidos argumentos, assim preferi refletir um pouco mais antes de me pronunciar com total serenidade. Portanto, em relação à fala do ministro ocorrida no primeiro dia de reunião no Iphan, entendo ter sido expresso seu ponto de vista que muito respeito, porém discordo, em particular quando indagou sobre a legitimidade deste representante. Enfim, me pareceu desigual certo “linchamento internético”, sem possibilidade de contra arrazoado de minha parte, além de pouco democrático, contudo dentro das suas prerrogativas de autoridade competente pelo Ministério. O segundo dia foi, sem dúvida, mais proveitoso para os servidores, pois foram apresentadas as considerações do ministro sobre questões que têm afligido os servidores da instituição de maneira avassaladora. Cumprem desta maneira algumas considerações ao exposto. Como se tratou de uma reunião informal, em que a autoridade respondeu questionamentos dos servidores, em especial da sede, a ordem das questões ficou um tanto comprometida, assim procurei discutir por tópicos os assuntos. Continuar lendo…